Os vilões mais poderosos dos filmes de terror

Vídeo que lista os vilões mais poderosos dos filmes de terror, contra os quais simplesmente não adiantaria fazer nada, porque não são apenas assassinos ou monstros, mas forças implacáveis, quase invencíveis, às vezes até entidades sobrenaturais e cósmicas.

Adicionado a 9 de janeiro de 2026 Valewson Vídeos Descrição completa

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Este vídeo do canal Ei Nerd, onde foi publicado originalmente em 6 de agosto de 2020, temos uma lista que apresenta e comenta os vilões mais poderosos dos filmes de terror, pelo menos de acordo com Peter Jordan e/ou sua equipe, claro.

Quer concordemos com a lista ou não, a verdade é que muitos conflitos do cinema de terror poderiam ser evitados com decisões menos estúpidas por parte dos personagens. No entanto, há casos em que simplesmente não adiantaria fazer nada, porque esses vilões não são apenas assassinos ou monstros: são forças implacáveis, quase invencíveis, que tornam qualquer tentativa de sobrevivência uma questão de pura sorte. Claro, se o protagonista for alguém tipo o Chuck Norris, a coisa muda de figura, mas, infelizmente, para as vítimas, não é o caso aqui.

O vídeo percorre desde figuras humanas aparentemente “normais” até entidades sobrenaturais e cósmicas, explicando por que cada uma delas se encaixa na categoria dos mais temíveis do gênero. Agora, vamos concordar que independente da nossa opinião, todas estas desgraças são figuras emblemáticas do cinema, né?

Jason Voorhees e a força bruta implacável de Sexta-Feira 13

Jason Voohees é talvez o exemplo mais curioso da lista, pois, em teoria, não deveria estar aqui (de acordo com o Ei Nerd). Não é exatamente um demônio, nem um espírito, nem um ser sobrenatural claramente definido (pelo menos até certa altura da série). Ele é, em essência, um homem grande e extremamente violento.

O problema é que, mesmo sendo “normal”, ele demonstra uma resistência absurda, e dor, ferimentos graves, golpes potencialmente fatais — nada parece detê-lo por muito tempo. Em alguns momentos, ele aparenta até morrer, apenas para retornar depois, como se a própria morte fosse apenas um inconveniente temporário.

A ironia é que Jason seria um vilão relativamente evitável: basta não acampar em lugares isolados, não se meter em situações idiotas e, de preferência, não ser um completo babaca. Ainda assim, a história mostra que isso quase nunca acontece.

Michael Myers e a inevitabilidade silenciosa de Halloween

Michael Myers compartilha várias semelhanças com Jason: máscara icônica, silêncio absoluto e aparência humana, mas com a peculiaridade de não fazer distinção alguma e não punir apenas os imprudentes ou moralmente questionáveis (como parece ser o caso de Voohees). Cruzou o caminho dele, morreu.

Com o avanço da franquia Halloween, fica cada vez mais claro que Michael pode voltar dos mortos, o que o coloca definitivamente em território sobrenatural. Sua presença constante, fria e metódica transforma o medo em algo inevitável.

A única estratégia razoável sugerida pelo próprio vídeo é simples e desesperadora: reforçar portas, janelas e rezar para que a noite de 31 de outubro passe rápido. Ou então chamar o Busta Rhymes pra cortar Michael no cacete, que nem ele fez no Halloween: Resurrection.

Freddy Krueger e o terror que não permite dormir em A Hora do Pesadelo

Com Freddy Krueger, o jogo muda completamente, pois não estamos mais lidando com um assassino físico tradicional, mas de um ser que atua dentro dos sonhos, onde as regras da realidade simplesmente deixam de existir.

Ele foi morto, voltou como entidade sobrenatural e passou a caçar suas vítimas no único lugar do qual ninguém consegue fugir: o sono. Quanto mais pessoas mata, mais forte se torna, borrando as fronteiras entre sonho e realidade, o principal gimmick de sua franquia.

Derrotá-lo é sempre algo temporário, pois ele sempre encontra uma forma de retornar. No fim das contas, a solução proposta é tão absurda quanto verdadeira dentro da lógica do filme: não dormir — o que, obviamente, não é sustentável.

Pazuzu e a possessão absoluta em O Exorcista

Entrando de vez no território do sobrenatural puro, surge Pazuzu, o demônio que possui a jovem Regan em O Exorcista. Diferente dos vilões anteriores, Pazuzu não precisa correr atrás de ninguém, simplesmente toma um corpo.

Uma vez que a vítima é possuída, demonstra uma variedade de poderes: força sobre-humana, telecinese, alteração da voz, conhecimento de línguas desconhecidas e manifestações físicas grotescas, mas tudo em prol do mal. E o demônio não é destruído — apenas expulso pelo poder de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Segundo o vídeo, não existe uma forma garantida de evitar uma possessão. No máximo, resta manter-se longe de certas práticas e torcer para nunca chamar atenção do inferno.

Chucky e a perversidade concentrada em Brinquedo Assassino

Chucky é a prova de que tamanho não é documento, visto que, apesar da aparência inofensiva, ele é um boneco possuído pelo espírito de um serial killer inteligente, manipulador e conhecedor de magia negra.

Ele não é completamente invencível, mas compensa isso com crueldade, persistência e criatividade. Ao longo da franquia, o personagem ganhou variações cada vez mais absurdas, incluindo uma “namorada”, o que só reforça o quão longe a ideia foi levada.

Ainda assim, o conselho é simples e prático: se você tiver filhos, compre carrinhos, videogames ou armas de brinquedo. Bonecos humanóides definitivamente não são uma boa ideia.

Candyman e a vingança invocada pelo espelho

Candyman é um vilão trágico e brutal, vítima de um assassinato racista, sofrendo uma morte muito cruel, que teve seu retorno como entidade vingativa. Para invocá-lo, basta dizer seu nome cinco vezes diante do espelho — algo que, obviamente, ninguém sensato deveria testar.

Uma vez chamado, ele aparece acompanhado de insetos, principalmente abelhas, e elimina quem o invocou, e tentativas de destruí-lo falham repetidamente, pois Candyman sempre retorna.

Quando se lembra da brutalidade de sua morte, o ódio que o move deixa de ser apenas assustador e passa a ser também profundamente perturbador.

Pinhead e o sofrimento absoluto em Hellraiser

Pinhead é o líder dos Cenobitas de Hellraiser, seres extradimensionais que habitam uma espécie de inferno focado em dor, prazer e tortura, o que significa que não apenas matam, mas transformam o sofrimento em arte.

Este monstro nunca foi derrotado. A única forma de evitá-lo é não mexer na Configuração do Lamento, o cubo mágico que serve como portal para sua dimensão e conjura os cenobitas. Em termos práticos, isso significa que o perigo só surge se alguém fizer a pior escolha possível. Ainda assim, quando surge, não há negociação nem escapatória.

A não ser, claro, que você chamar o Chuck Norris ou o Steven Seagal. Aí a chapa esquenta pro lado do Pinhead, mas, fora disto, ele é praticamente invencível. É talvez o mais invencível desta lista.

Samara e a maldição inevitável de O Chamado

Samara, ou Sadako no original japonês, representa um tipo de terror moderno e cruel: a maldição em cadeia liberada por uma VHS tenebrosa que condena quem a assiste à morte em sete dias.

Não há como escapar — exceto passando a maldição adiante. Isso transforma a sobrevivência em um dilema moral: viver significa condenar outra pessoa.

A proposta é simples, eficiente e aterradora. Não existe vitória, apenas adiamento. É um daqueles monstros que só o Norris ou o Doomguy mesmo pra dar conta.

Xenomorfos e o horror biológico de Alien

Aqui não estamos falando de um vilão, mas de uma raça inteira. Os Xenomorfos, de Alien, são parasitas perfeitos, criados exclusivamente para matar, se reproduzir e sobreviver.

Com exoesqueleto resistente, sangue corrosivo e um ciclo reprodutivo grotesco, eles são quase impossíveis de exterminar completamente, mesmo com uma equipe altamente eficiente como vimos em Aliens, O Resgate. Acontece que, quando um é morto, vários outros aparecem. A munição eventualmente esgota, algum humano acaba fazendo uma besteira ou, nos raros momentos em que a situação parece sob controle, a furtividade destas criaturas termina pegando todo mundo de surpresa.

Ou seja, nos filmes, a única certeza é que alguém vai morrer. A dúvida é apenas quando e de que forma horrível. Mas talvez uma equipe altamente capacitada, que realmente esteja sabendo com o que está lidando e não tenha que realizar serviços imundos para corporações e/ou o estado, como a do Alien vs. Predator da Capcom, possa dar conta do recado (com uma mãozinha dos predadores).

Pennywise e a entidade cósmica de It – A Coisa

No topo da lista está Pennywise, ou simplesmente A Coisa. Diferente de todos os outros, ele não é apenas um monstro, fantasma ou demônio, mas uma entidade cósmica, algo além da compreensão humana, lovecraftiano mesmo.

Ele se alimenta do medo, assume múltiplas formas e retorna a cada 27 anos para caçar crianças, e sendo que derrotá-lo exige rituais complexos, coragem extrema e, no caso do livro original de Stephen King, até viagens entre dimensões.

Segundo o vídeo, Pennywise não é apenas o vilão mais poderoso do terror, mas uma criatura que está em um nível tão acima que poderia facilmente figurar como antagonista em histórias de super-heróis. Mas nós discordamos. O mais invencível ainda é o Pinhead, inclusive os poderes de Pennywise não teriam qualquer efeito sobre o sacerdote dos cenobitas:


Quando o terror não oferece saída

O que une todos esses vilões é a sensação de impotência absoluta, pois, em alguns casos, escolhas melhores poderiam salvar vidas; noutros, não há absolutamente nada a ser feito.

E é justamente isso que torna esses personagens tão memoráveis: não representam apenas o mal, mas a ideia de que nem todo horror pode ser evitado ou vencido.

Agora fica a pergunta: você concorda com essa lista? Sentiu falta de algum vilão ainda mais poderoso? Deixe seu comentário, compartilhe o post e continue acompanhando — porque no mundo do terror, sempre há algo pior à espreita.

VaLeW!

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